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Violência doméstica

Vara de violência doméstica de Juazeiro leva atendimento e atividades de sensibilização a unidade de saúde

O mutirão aproxima o juízo especializado da rede de saúde, ponto de entrada frequente das vítimas que ainda não registraram ocorrência

Conselho Nacional de Justiça · publicado em 04/09/2026 ·edição de 05/09
Vara de violência doméstica de Juazeiro leva atendimento e atividades de sensibilização a unidade de saúdeReprodução CNJ

Resumo

A vara especializada em violência doméstica de Juazeiro levou serviços e atividades de sensibilização a uma unidade de saúde do município, em ação de acolhimento voltada a vítimas e a profissionais da rede.

Contexto

A unidade de saúde é, com frequência, o primeiro ponto de contato da vítima com o poder público, antes de qualquer registro policial. Levar o juízo especializado até ali encurta o caminho entre o atendimento e a medida protetiva.

Argumentos

  • A aproximação com a rede de saúde alcança vítimas que ainda não procuraram a delegacia.
  • A sensibilização de profissionais de saúde amplia a notificação compulsória de casos de violência.

Fundamento

A articulação entre saúde e Justiça está prevista na Lei Maria da Penha, que estrutura a rede de atendimento como política integrada, e não como sequência de atos isolados.

Consequência prática

Ações desse tipo tendem a antecipar o pedido de medida protetiva de urgência, cujo prazo de apreciação é de quarenta e oito horas.

Por que importa

Registro institucional relevante para quem atua na área: o encaminhamento a partir da rede de saúde é via legítima de acesso à medida protetiva, e a documentação médica produzida nesse contato costuma ser prova útil do histórico de agressão.

Próximos passos

  • Continuidade dos mutirões de acolhimento pelo juízo especializado.

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