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Eleitoral

Presidente do TSE diz não haver indícios de interferência estrangeira no primeiro turno

Nunes Marques afirmou que não houve alerta de ação externa sobre a votação e que o processo transcorreu dentro da normalidade. A declaração foi dada ao longo do domingo, enquanto o tribunal acompanhava a apuração.

Agência Brasil / ConJur · declarações do presidente do TSE · declarado em 4/10/2026 · divulgado em 04/10 ·edição de 05/10
Presidente do TSE diz não haver indícios de interferência estrangeira no primeiro turnoReprodução Agência Brasil

Resumo

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Nunes Marques, afirmou que não há indícios de interferência estrangeira no primeiro turno das eleições e que não houve alerta de ação externa sobre a votação. Segundo ele, a eleição seguiu dentro da normalidade.

Contexto

A declaração foi feita ao longo do domingo, enquanto o tribunal acompanhava a votação e a apuração, e responde a um tema que esteve presente no debate público durante a campanha.

Fundamento

A verificação de integridade dos sistemas eleitorais é atribuição do TSE, acompanhada por órgãos de fiscalização, entre eles o Ministério Público Federal, que atestou a integridade dos sistemas em cerimônia na véspera da votação.

Consequência prática

Sem indício de interferência externa, a discussão sobre a segurança do pleito permanece centrada nas condutas internas, como desinformação, uso irregular de propaganda e ilícitos no dia da votação.

Por que importa

A afirmação institucional delimita o terreno das contestações possíveis ao resultado e, para a advocacia eleitoral, antecipa o padrão de resposta a alegações genéricas de fraude ou de ação estrangeira no segundo turno.

Próximos passos

  • Continuidade do monitoramento pelo TSE durante o segundo turno, em 25 de outubro.

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