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segunda-feira, 5 de outubro de 2026 Atualizado às 08h09

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A decisão de maior impacto para a advocacia criminal nesta edição

Presidente do TSE susta decisão do relator e mantém sub judice a candidatura de Deltan Dallagnol ao SenadoAntonio Augusto/TSE, via ConJur
Eleitoral

Presidente do TSE susta decisão do relator e mantém sub judice a candidatura de Deltan Dallagnol ao Senado

O ministro Nunes Marques, no exercício da presidência do Tribunal Superior Eleitoral, deferiu liminar em suspensão de segurança e derrubou a decisão monocrática do ministro Floriano de Azevedo Marques, relator, que na noite de sábado havia encerrado a condição sub judice do candidato do Novo e mandado anular os votos dados a ele. Para o presidente, cassar registro e invalidar votos na véspera da eleição exige pronunciamento do colegiado.

Agência Brasil / ConJur · decisão da Presidência do TSE · decidido em 4/10/2026 · divulgado em 04/10
Confissão informal a policiais, negada em juízo, não sustenta condenação, decide a 5ª Câmara Criminal do TJ-MGProvasIlustração Magnific, via ConJur

Para a 5ª Câmara Criminal do TJ-MG, confissão extrajudicial prestada a policiais e não confirmada em juízo, sem prova independente, não fundamenta condenação. O reconhecimento por voz, porte físico e tatuagem foi tratado como elemento de baixo valor probatório.

ConJur · acórdão da 5ª Câmara Criminal do TJ-MG · divulgado em 04/10/2026

Prova que o colaborador produz para induzir fato futuro é ilícita, sustenta ministra do Superior Tribunal MilitarProvasReprodução do canal do STM no YouTube, via ConJur

No STM, a ministra Verônica Abdalla Sterman distinguiu corroborar o que o delator já afirmou de produzir prova para induzir acontecimento futuro. Na segunda hipótese, votou pela ilicitude e pela manutenção da rejeição da denúncia. O julgamento segue em curso.

ConJur · sessão do STM · sessão em 3/10/2026 · divulgado em 03/10

MP do Rio investiga Douglas Ruas por peculato, lavagem, crimes licitatórios e organização criminosaCrimes econômicosAlex Ramos/Alerj, via ConJur

O Ministério Público do Rio apura peculato, lavagem, delitos licitatórios e organização criminosa no crescimento de empresas ligadas a Douglas Ruas. O procedimento corre em segredo de justiça, sem denúncia oferecida. Ele é investigado, não réu.

ConJur · Ministério Público do Rio de Janeiro · divulgado em 02/10/2026

Mais relevantes

Ordenadas por relevância para a prática criminal

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Confissão informal a policiais, negada em juízo, não sustenta condenação, decide a 5ª Câmara Criminal do TJ-MG

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ConJur · acórdão da 5ª Câmara Criminal do TJ-MG
02
Prova que o colaborador produz para induzir fato futuro é ilícita, sustenta ministra do Superior Tribunal Militar

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ConJur · sessão do STM
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MP do Rio investiga Douglas Ruas por peculato, lavagem, crimes licitatórios e organização criminosa

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ConJur · Ministério Público do Rio de Janeiro
04
O segundo turno no Rio depende do TSE: anulados os votos de Garotinho, Douglas Ruas vence no primeiro

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ConJur · apuração do TSE
05
Denúncias de assédio eleitoral no trabalho são nove vezes maiores que em 2022, com 806 registros no MPT

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ConJur · Ministério Público do Trabalho
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Flávio Bolsonaro e Lula disputarão o segundo turno da eleição presidencial em 25 de outubro

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ConJur / Agência Brasil · apuração do TSE
07
TJ-SP mantém condenação de tesoureira de Câmara Municipal que desviou R$ 99 mil para apostar online

TJ-SP mantém condenação de tesoureira de Câmara Municipal que desviou R$ 99 mil para apostar online

ConJur · acórdão da 12ª Câmara de Direito Criminal do TJ-SP
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Ministério da Justiça pede à ANPD investigação sobre 13 serviços de companhia por inteligência artificial

Ministério da Justiça pede à ANPD investigação sobre 13 serviços de companhia por inteligência artificial

ConJur · nota técnica da Secretaria Nacional de Direitos Digitais

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15 itens nesta edição · filtre por tema

Presidente do TSE susta decisão do relator e mantém sub judice a candidatura de Deltan Dallagnol ao SenadoEleitoralAntonio Augusto/TSE, via ConJur

O presidente do TSE suspendeu a decisão do relator que tirava Deltan Dallagnol da disputa horas antes da votação. A tese é de reserva de colegialidade: em registro de candidatura, decisão monocrática não substitui o Plenário. A elegibilidade segue pendente de julgamento.

Agência Brasil / ConJur · decisão da Presidência do TSE · decidido em 4/10/2026 · divulgado em 04/10

Confissão informal a policiais, negada em juízo, não sustenta condenação, decide a 5ª Câmara Criminal do TJ-MGProvasIlustração Magnific, via ConJur

Para a 5ª Câmara Criminal do TJ-MG, confissão extrajudicial prestada a policiais e não confirmada em juízo, sem prova independente, não fundamenta condenação. O reconhecimento por voz, porte físico e tatuagem foi tratado como elemento de baixo valor probatório.

ConJur · acórdão da 5ª Câmara Criminal do TJ-MG · divulgado em 04/10/2026

Prova que o colaborador produz para induzir fato futuro é ilícita, sustenta ministra do Superior Tribunal MilitarProvasReprodução do canal do STM no YouTube, via ConJur

No STM, a ministra Verônica Abdalla Sterman distinguiu corroborar o que o delator já afirmou de produzir prova para induzir acontecimento futuro. Na segunda hipótese, votou pela ilicitude e pela manutenção da rejeição da denúncia. O julgamento segue em curso.

ConJur · sessão do STM · sessão em 3/10/2026 · divulgado em 03/10

MP do Rio investiga Douglas Ruas por peculato, lavagem, crimes licitatórios e organização criminosaCrimes econômicosAlex Ramos/Alerj, via ConJur

O Ministério Público do Rio apura peculato, lavagem, delitos licitatórios e organização criminosa no crescimento de empresas ligadas a Douglas Ruas. O procedimento corre em segredo de justiça, sem denúncia oferecida. Ele é investigado, não réu.

ConJur · Ministério Público do Rio de Janeiro · divulgado em 02/10/2026

O segundo turno no Rio depende do TSE: anulados os votos de Garotinho, Douglas Ruas vence no primeiroEleitoralMarcelo Camargo/Agência Brasil

Ruas teve 49,27% e Paes 42,76% no governo do Rio. Os 3,17% de Garotinho, cuja candidatura foi indeferida, ficam a cargo do TSE: se anulados, mudam a base de cálculo e podem encerrar a eleição no primeiro turno.

ConJur · apuração do TSE · apurado em 4/10/2026 · divulgado em 04/10

Denúncias de assédio eleitoral no trabalho são nove vezes maiores que em 2022, com 806 registros no MPTEleitoralMarcelo Camargo/Agência Brasil, via ConJur

As notificações de assédio eleitoral no trabalho saltaram de 85 para 806 entre 2022 e 2026, no mesmo intervalo de meses. A régua é a Resolução 23.735/2024 do TSE, que lê a coação do voto pela empresa como abuso do poder econômico.

ConJur · Ministério Público do Trabalho · divulgado em 04/10/2026

Flávio Bolsonaro e Lula disputarão o segundo turno da eleição presidencial em 25 de outubroEleitoralJoédson Alves/Agência Brasil, via ConJur

A eleição presidencial vai ao segundo turno em 25 de outubro, entre Flávio Bolsonaro, com 47,13% dos votos válidos, e Lula, com 45,05%. A abstenção chegou a 21,08%, a maior desde 1998.

ConJur / Agência Brasil · apuração do TSE · apurado em 4/10/2026 · divulgado em 04/10

TJ-SP mantém condenação de tesoureira de Câmara Municipal que desviou R$ 99 mil para apostar onlineCrimes econômicosReprodução ConJur

O TJ-SP manteve a condenação por peculato de tesoureira de Câmara Municipal que retirava valores para apostar. A dependência de jogo, sem laudo que ateste redução da autodeterminação, não gerou semi-imputabilidade.

ConJur · acórdão da 12ª Câmara de Direito Criminal do TJ-SP · divulgado em 02/10/2026

Ministério da Justiça pede à ANPD investigação sobre 13 serviços de companhia por inteligência artificialDireito digitalReprodução ConJur

O Ministério da Justiça pediu à ANPD que investigue 13 serviços de companhia por inteligência artificial, por risco de dependência emocional e falhas na proteção de menores. A nota técnica é preliminar e não imputa infração.

ConJur · nota técnica da Secretaria Nacional de Direitos Digitais · divulgado em 03/10/2026

TRE de Minas vai apurar o uso de celular por Romeu Zema na cabine, conduta que seu presidente classificou como crimeEleitoralPaulo Pinto/Agência Brasil

O presidente do TRE-MG disse que o uso de celular por Romeu Zema na cabine será apurado pelo juiz eleitoral e que a conduta é irregular, caracteriza crime e pode levar a detenção. Ele falou em sucessão de equívocos.

Agência Brasil · coletiva do presidente do TRE-MG · declarado em 4/10/2026 · divulgado em 04/10

Presidente do TSE diz não haver indícios de interferência estrangeira no primeiro turnoEleitoralReprodução Agência Brasil

O presidente do TSE declarou não haver indícios nem alerta de interferência estrangeira no primeiro turno, e disse que a eleição transcorreu com normalidade.

Agência Brasil / ConJur · declarações do presidente do TSE · declarado em 4/10/2026 · divulgado em 04/10

Sergio Moro é eleito governador do Paraná no primeiro turno, com 50,1% dos votos válidosEleitoralCarlos Moura/Agência Senado, via ConJur

Sergio Moro foi eleito governador do Paraná no primeiro turno, com 50,1% dos votos válidos. Ex-juiz da 13ª Vara Federal Criminal de Curitiba, ele deixa o Senado para assumir o governo estadual.

ConJur · apuração do TSE · apurado em 4/10/2026 · divulgado em 04/10

Professor aponta instrumentalização da extraterritorialidade e diz que o Brasil virou laboratório de leis estrangeirasCrimes econômicosReprodução ConJur

Otávio Venturini sustenta que a regulação extraterritorial, sobretudo norte-americana, interfere na política brasileira. Lembra o uso do FCPA na lava jato, com US$ 1,78 bilhão pagos pela Petrobras em 2018.

ConJur · entrevista · divulgado em 02/10/2026

Congestionamento no sistema de dados atrasou a apuração por cerca de uma hora, afirma o TSEEleitoralRafa Neddermeyer/Agência Brasil

O TSE atribuiu o atraso na apuração a congestionamento no sistema de dados, com fluxo acima do normal. A totalização presidencial travou em 64% por volta das 19h e retomou perto das 20h, chegando a 84%.

Agência Brasil · coletiva do presidente do TSE · declarado em 4/10/2026 · divulgado em 05/10

Abstenção de 21,08% é a maior desde 1998, e o TSE diz que vai intensificar mecanismos para reduzi-laEleitoralFabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil

A abstenção no primeiro turno foi de 21,08%, 33,4 milhões de eleitores, a maior desde 1998. O TSE afirmou que vai intensificar e aperfeiçoar os mecanismos disponíveis para reduzir o índice no segundo turno.

Agência Brasil · coletiva do presidente do TSE · declarado em 4/10/2026 · divulgado em 04/10

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